
Os transtornos alimentares (T.A). são comuns entre adolescentes e mulheres jovens e podem estar associados a complicações clínicas graves. . A morbidade e a mortalidade associadas aos T.A. é significativa. A anorexia nervosa (A N) apresenta a maior taxa de mortalidade dentre todos os distúrbios psiquiátricos, correspondendo isoladamente a 0,56% ao ano; taxa 12 vezes maior que a mortalidade das mulheres jovens na população. Em geral, esta mortalidade decorre das complicações cardiovasculares, insuficiência renal e suicídio.
As complicações clínicas desses transtornos devem ser diagnosticadas e tratadas concomitantemente ao tratamento psicoterápico e nutricional.
As complicações clínicas decorrentes dos T.A. podem tornar-se extremamente graves e representar risco de vida para os pacientes. Estão associadas ao tempo de evolução da doença, à velocidade da perda de peso, à quantidade de peso perdido, à susceptibilidade individual e aos métodos compensatórios utilizados por cada paciente. Os distúrbios hidreletrolíticos são os mais freqüentes e podem criar situações de emergência, tais como hipopotassemia, hipotensão arterial graves e arritmias cardíacas. Tais complicações podem manifestar-se independentemente da perda de peso; em alguns casos de bulimia nervosa
(B.N)., ao peso normal costuma estar subjacente uma desnutrição.
Os transtornos alimentares (T.A). são comuns entre adolescentes e mulheres jovens e podem estar associados a complicações clínicas graves. . A morbidade e a mortalidade associadas aos T.A. é significativa. A anorexia nervosa (A N) apresenta a maior taxa de mortalidade dentre todos os distúrbios psiquiátricos, correspondendo isoladamente a 0,56% ao ano; taxa 12 vezes maior que a mortalidade das mulheres jovens na população. Em geral, esta mortalidade decorre das complicações cardiovasculares, insuficiência renal e suicídio.
As complicações clínicas desses transtornos devem ser diagnosticadas e tratadas concomitantemente ao tratamento psicoterápico e nutricional.
As complicações clínicas decorrentes dos T.A. podem tornar-se extremamente graves e representar risco de vida para os pacientes. Estão associadas ao tempo de evolução da doença, à velocidade da perda de peso, à quantidade de peso perdido, à susceptibilidade individual e aos métodos compensatórios utilizados por cada paciente. Os distúrbios hidreletrolíticos são os mais freqüentes e podem criar situações de emergência, tais como hipopotassemia, hipotensão arterial graves e arritmias cardíacas. Tais complicações podem manifestar-se independentemente da perda de peso; em alguns casos de bulimia nervosa
(B.N)., ao peso normal costuma estar subjacente uma desnutrição.